FICAG apresenta:
   MUNDIAL DE CAPOEIRA
   em Belo Horizonte, julho 2008
   com a presença dos maiores
   nomes da capoeira mundial
    Agenda de eventos

faixa 8 cd       
  Sejam bem-vindos
  ao nosso website!


Videos




 

 

Filosofia do Grupo FICAG
A FICAG tem como filosofia o desenvolvimento do seu trabalho em vários níveis sempre buscando a elevação do nível técnico do capoeirista, utilizando a capoeira como um valioso recurso pedagógico , artístico e cultural ,objetivando entre outras coisas há profissionalização da capoeira como produto de transmissão da cultura e vivencia.

A
FICAG procura contribuir para a formação de valores humanos e éticos baseado no respeito , na socialização e liberdade , através do trabalho que valorizam a cultura brasileira ,tudo isso buscando fortalece e engrandece o capoeirista no seu caráter ,dignidade e valorização pessoal.

Para a
FICAG a capoeira e uma arte genuinamente brasileira e usa há expressão viva de liberdade, e de um povo que deve pratica-la com referencia e com respeito e atenção da nossa parte.Transformando e preservando valores em nosso trabalho apontando a necessidade de deixar a capoeira viva.
 
 
História do Mestre Museu
iniciei na capoeira no ano de 1978 como um capoeirista de rua, chamado Toninho Bocco onde treinava-mos no campo de futebol e nos gramados do hospital da Baleia, e no ano de 79 conheci um camarada com o nome de kchuco, hoje conhecido como Mestre Rei, e tenho orgulho de ter sido seu primeiro aluno, onde treinavamos no terreiro de sua casa, seguindo os seus ensinamento, do ano de 79 ati 92 onde o Mestre Rei resolvi se filiar a um grupo do Rio De Janeiro, foi quando fundamos a familia Artes Das Gerais.
História do Grupo
O que e a fundação internacional capoeira artes das gerais?
E uma entidade sem fins lucrativos que tem como objetivos a difusão da cultura brasileira através da capoeira. Seus exercícios são uma fonte de instrumento de integração social , pois trabalha com todas as classes e possibilitam também a recuperação noções e de cidadania.
FICAG é um espaço fundamental um território livre da capoeira que se propõe a sistematizar as informações referem a todos os núcleos da capoeira tanto no Brasil como no exterior centralizando as pesquisas e as produções existentes em um banco de dados e os interessados oferecendo melhores condições de aperfeiçoamento técnico aos professores vinculados aos núcleos que ensinam capoeira.
Mestre Reinaldo
Mestre Reinaldo de Oliveira, mais conhecido como mestre Rei fundador do ggrupo Morro de Santana. Iniciou na capoeira no bairro Alto Vera Cruz, depois de algum tempo conheceu o mestre Jacare do qual deu ao mestre Rei grande conhecimento na capoeira, mestre Rei com o passa do tempo ensinou sua arte de ginga para várias pessoas. Hoje existem varios grupos de capoeira do qual mestre rei conseguiu formar varios mestres e professores.

Origens da Capoeira

Cominício da colonização, os portugueses viram no trabalho escravo um instrumento para o desenvolvimento desejado por eles. Tentaram, no começo, escravizar e explorar o trabalho dos indígenas que aqui já viviam, mas as características físicas e culturais, somadas à resistência ao trabalho cativo por parte dos índios, os levam à morte rápida no cativeiro.

A saída encontrada pelos colonizadores foi a escravidão negra, o tráfico de homens negros, trazidos do continente africano para o início de grande saga que marcou a sociedade brasileira: o período das torturas, da lei da chibata e da morte como reguladora das relações de trabalho. Um povo passou a viver na escravidão.

Assim, já no início do século XVI, milhares de africanos foram desembarcados em terras brasileiras. Com eles, a história do país ganhou alterações. Inicialmente foram mão-de-obra nos canaviais e depois na mineração e em outras atividades produtivas. Foram trazidos contra sua vontade mas, naturalmente, trouxeram sua cultura, sua vivência e, com ela, a semente da liberdade que nunca morreu, mesmo na terra marcada pelos horrores da escravidão.

É claro que essa cultura Não estava nas escolas, nos livros nem nos museus. Mas era guardada no corpo, na mente, na vivência histórica do povo e transmitida há séculos através das gerações. Manifestava-se por intermédio da música, da dança, da comida, da filosofia e da religião.

Basta recorrer à história do Brasil e encontraremos, a partir do século XVI, a cultura negra presente com o seu vasto conjunto de expressão isto para o ensaio da luta. Como o negro nunca deixou de praticar sua cultura, era comum, durante o período da escravidão, que se juntassem grupos de homens e mulheres para a cantoria, para a dança e mesmo para o culto aos orixás que também são saudados com ritmos e cantos.

Como a Capoeira nasceu conjugado movimentos de danças, os encontros festivos ou místicos passaram também a ser mais uma oportunidade para a sua prática, já que esses encontros, principalmente os festivos, não eram reprimidos pelos donos de escravos. Assim a Capoeira ganhou o acompanhamento de cantos e ritmos que acabaram incorporados eram os disponíveis e já conhecidos pelo negro com destaque para o berimbau, o atabaque e o agogô.

Mas foi o berimbau que ficou como uma espécie de símbolo da Capoeira já que o atabaque e o agogô integram a mitologia africana chegando mesmo, no caso do atabaque, a ser reverenciado como uma divindade. Desta forma, o berimbau, considerado o mestre dos mestres na Capoeira, ganhou importância nas lutas pelas suas possibilidades rítmicas e sonoras. Ganhou a função de comandar o jogo da capoeira com seus diferentes toques. Então, ao som dos instrumentos, palmas e cantorias, o negro recriava o seu universo cultural, cultivava o seu misticismo, alegrava-se ou lamentava-se e ainda se preparava para a luta. Os feitores e capatazes passavam ao lado da festança e acreditam ser apenas um encontro para a "dança de Angola", que recebia esse nome em função da nação africana que mais cedeu negros para o tráfico de escravos.

Afastando-se os feitores, intensificava-se o treinamento e o negro aparelhava-se cada vez mais para lutar. Mesmo que um feitor parasse e ficasse admirando a dança, dificilmente compreenderia que aqueles movimentos, executados com leveza dos felinos e com a plástica de um bailarino, pudesse trazer, no seu conjunto, poderosos golpes desequilibrantes, traumatizantes e rápidos como o bote da temível cascavel.

Cordas